Nos EUA os membros do Clero sofrem mais de obesidade, hipertensão e depressão que a população em geral. Na última década o seu consumo de antidepressivos aumentou e a esperança média de vida diminuiu. Os especialistas em saúde pública não conseguiram decifrar ainda as razões que levam os membros de tal profissão, associada à paz e longevidade, a estarem tão infelizes e doentes.
Mas enquanto a pesquisa continua, um número crescente de especialistas de saúde e líderes religiosos apontam um simples remédio, muitas vezes ausente nesta profissão: ter mais tempo livre.
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